Publicado por: mmkt | Novembro 17, 2008

Madeira Marketing Solutions

Neste Blog atualizarei informação da empresa Madeira Marketing Solutions, a MMKT Solutions.

Com experiência em Eventos e Marketing, Marketing de Relacionamento, e-Marketing, WEBMarketing, Publicidade.

Minha primeira colaboração será com a minha visão do Marketing nos dias actuais.

Acredito que como o próprio marketing diz tudo tem seu ciclo.O que acontece nos dias de hoje é que os ciclos estão cada vez mais rápidos, e é um trabalho muito difícil acompanhar as novas tendências e tecnologias e ao mesmo tempo se concentrar na rotina diária de trabalho. É sempre bom estar actualizado com novas ferramentas de Marketing, faz todo sentido estar “antenado” no mercado em que si trabalha. Mas temos que além de saber filtrar as informações, não desviar do conceito chave do marketing. Conhecimento.Conhecer nosso público-alvo. E as novas tecnologias apesar de “venderem” uma ideia que cada vez mais conhecemos nossos clientes, isso pode ser perigoso, pois nem sempre os dados estatísticos são fiéis. É bom sempre mesclar um pouco de humanismo em nossas estratégias e ir a campo pessoalmente para sentir de fato a opinião e comportamento dos nossos clientes sobre nossos produtos e serviços.

Sou Daniel Góes, Consultor Empresarial nas Áreas de Marketing, Eventos e Recursos Humanos da Madeira Marketing Solutions. Empresa recém criada pra atender Portugal, especialmente a região da Ilha da Madeira. Dou todo apoio necessário nessas áreas afim de alcançar os objetivos com maior eficiência.Mostrando de fato o que é relevante hoje em dia para encantar vosso consumidor e fazer que ele crie um vínculo com sua marca.

Obrigado,

Melhores Cumprimentos,

Daniel Góes

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As lições de Kotler

Que papel está reservado aos marketeers no actual momento de crise económica? A questão foi ontem colocada a Philip Kotler por um estudante do IPAM, num encontro promovido pela instituição e integrado no Fórum Mundial de Marketing e Vendas, que termina hoje em Lisboa. O autor de 22 livros sobre marketing não hesitou em apontar para a urgência das empresas eliminarem as suas “gorduras”. “Quando os consumidores gastam menos, o melhor é cortar nas despesas das empresas”, disse, detalhando que se deverá eliminar as “pessoas que não estão a contribuir para a empresa e os produtos que não estão a vender”. Em tempos de contenção, Kotler identifica os directores financeiros como o principal inimigo dos directores de marketing, já que pressionam para que se corte nos orçamentos de marketing. O autor acredita que é “preciso demonstrar que o departamento de marketing tem estado a trabalhar bem, antes de se pensar que se pode cortar sem critério”. “Se calhar, em vez de cortar, é necessário encontrar um produto mais barato”, aponta. Para ilustrar este desafio, Kotler apresentou o exemplo do McDonald’s que soube introduzir no menu produtos de baixo custo para continuar a cativar os consumidores. Mais sombrio poderá ser o caso da Starbucks que, perante algum afastamento por parte dos seus clientes, “continua a vender café a três dólares”, quando podia também “estar a vender meio copo de café por um preço mais baixo”.
Com uma plateia preenchida por estudantes, Philip Kotler relembrou que no passado, em tempos de monólogo de comunicação das marcas, 80% das conversas sobre as marcas tinham como origem os anúncios de televisão. “Agora não devem ser mais que 20%. Por isso, tenho de monitorizar essas conversas”. É preciso saber o que dizem sobre as marcas em blogues ou redes sociais, de forma a aproveitar as “conversas negativas. É que uma queixa é uma dádiva”, já que alerta para as falhas.

Outro recado deixado por Kotler é que “quem não inovar, estagna”. E como inovar? Um exemplo vem da Shell, onde uma vez por ano o administração reúne-se com os colaboradores que, durante 10 minutos, podem apresentar as suas ideias. É isso que faz com que na petrolífera, quatro em cada cinco inovações tenham na origem os colaboradores.

Perante estudantes a quererem entrar no mercado de trabalho, Philip Kotler apresentou dois perfis de empresas que podem ser locais inspiradores para trabalhar: os hidden champions, que “são as empresas líderes e especializadas, em que quem as conhece é quem compra os seus produtos” e as empresas que amamos, “que fazem parte das nossas vidas e que não gostaríamos que morressem”. E qual o segredo destas empresas? “Estão atentos aos clientes, o dono está aberto a novas ideias, pagam salários mais altos que a concorrência e não gastam mais em marketing do que a concorrência”. Um cenário que pode parecer idílico, mas que é praticado por marcas como a Apple, a Harley Davidson ou o Google.

Atento às limitações de recursos que existem no mundo real, o autor convidou os participantes a contornarem as dificuldades. “Se não há dinheiro para fazer um estudo de mercado pode-se pedir a ajuda de estudantes universitários. Se não há dinheiro para fazer anúncios de trinta segundos, aposta-se nas redes sociais”. Kotler identificou dois desafios para os quais os profissionais portugueses devem preparar-se: defender o negócio quando vem de fora um concorrente com mais dinheiro e criar marcas importantes a nível global. A escala do país não é determinante. Pequenos países, como a Suécia ou Suiça conseguiram criar marcas globais. Gigantes como a China e Rússia (ainda) não.

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